O Jogo de Damas
Num remoto vilarejo, um respeitado rabino entrou na casa de estudos, num momento em que não o esperavam e encontrou seus discípulos jogando o jogo de damas, quando deveriam estar estudando as leis sagradas, como era o costume naqueles tempos. Quando viram o Mestre ficaram confusos sem saber o que fazer. Pararam o jogo imediatamente.
Um dos discípulos, envergonhado, tentou desculpar-se: “Nos perdoe, Mestre. Apenas queríamos nos distrair um pouco!”
O velho fez um gesto bondoso e perguntou: “Vocês conhecem as regras do jogo de damas?”
Como ninguém respondeu, ele mesmo tratou de responder: “Vou lhes dizer quais são as regras:
1. Não se pode fazer duas jogadas por vez.
2. Somente se pode mover para frente e não para trás.
3. Quando se chega lá na última fila, você está livre para ir aonde quiser.
Vocês estão aprendendo lições muito importantes sobre a nossa existência. Prossigam em seu jogo, por favor, prossigam!”
Um passo de cada vez, sempre avançando!
O Jogo de Damas pode ser realmente um ensinamento sobre nossa existência. Não dá simplesmente para “chegar lá” – seja o lá onde for – sem que façamos um percurso, às vezes demorado e cheio de obstáculos.
Olhar para frente e colocar nossas metas como prioridade. Nunca olhar para trás, pensando que deixou algo no passado que não possa ser recuperado. Assim é o jogo de damas, assim é o jogo da vida. E no mesmo jogo de damas, os derrotados sempre dizem “se aquela jogada eu tivesse feito diferente….” E os fracassados na vida dizem o mesmo, olhando para trás e lamentando-se não ter feito isso ou aquilo.
Faça a sua jogada: MUDE! Corra atrás de seus ideais e nunca se arrependa de algo que tenha feito.
A frase de Roosevelt que coloco no rodapé dessa mensagem eu li pela primeira vez aos meus 12 anos. Imediatamente me identifiquei e passei a usá-la como lema de vida.
Faça o mesmo!
Abraços sustentáveis,
Deixe um comentário